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29 October 2013

APÓS O ENEM, ESTÁ ABERTA A TEMPORADA DOS GRANDES VESTIBULARES

Em 29/10/2013, o Portal Estadão, publicou a matéria "APÓS O ENEM, ESTÁ ABERTA A TEMPORADA DOS GRANDES VESTIBULARES". Destacando a psicoterapeuta holística e hipnóloga Myriam Durante, especialista em comportamento humano.

 

Saiba as diferenças das provas q o que ainda dá para fazer na reta final

 

Nos fins de semana de novembro, a estudante Amanda Bortolo Cabido, de 17 anos, vai trocar a horas que passa debruçada sobre os livros pelas provas de seleção para o curso de Arquitetura em cinco universidades. Após um ano de dedicação, ela fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no sábado e no domingo e agora se prepara para os vestibulares da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Centro Belas Artes. “Estou ansiosa, mas estudei bastante e nesta reta final quero sair para espairecer nos dias anteriores às provas”, conta.

 

É a primeira vez que Amanda presta vestibular e ficará até 31 horas e 30 minutos fazendo provas das cinco universidades que vai tentar. O número de exames só não será maior porque há coincidência de datas. Em meio a tantos exames, o sonho de Amanda é o mesmo que o de milhares de paulistas: entrar na USO. “É o mais difícil, mas também é o que mais abre o leque de opções na carreira. Já visitei o campus e gostaria muito de conseguir entrar.”

 

Para alcançar a meta, Amanda tem um esquema diário de preparação. Faz cursinho pela manhã e o 3º ano do ensino médio à tarde. À noite, estuda outras quatro horas para reforçar o conteúdo. “Parei de trabalhar há dois meses para me dedicar ao vestibular. Minha vida social é quase zero, mas não me importo. Sinto prazer de estudar.”

 

Em sua rotina, Amanda faz exercícios que já caíram nos testes anteriores das diferentes instituições; “AUFSC tem um estilo de questões mais distinto em relação às outras.”

 

O estudo de provas anteriores é incentivado pelos professores, independentemente do curso escolhido ou da quantidade de provas que o candidato fará. Isso porque os testes de cada universidade têm exigências diferentes. Para auxiliar os estudantes nesta reta final, o Estadão.Edu ouvi professores e especialistas que apontaram as peculiaridades de algumas das mais importantes provas do país (mais informações nas páginas 6 e 8).

 

A coordenadora pedagógica do Cursinho da Poli, Alessandra Venturi, avalia que simular o tipo de questões que estarão na prova e essencial para o bom desempenho. “É preciso saber o tipo de conteúdo, enunciado e quanto tempo se demora para resolvê-las.”

 

Disputa. Caroline Simões, de 18 anos, também está prestes a iniciar a maratona do vestibular com fofo em uma vaga na carreira mais concorrida da Fuvest e da Unicamp: Medicina. Com a nota do Enem, ela tentará ingresso na Universidade do Rio de Janeiro (UFRJ), na Federal Fluminense (UFF) e na Unifesp.

 

A estudante terminou o ensino médio no ano passado, quando prestou Arquitetura na Unifesp. Não passou na segunda fase. “Mudei a opção, fiz cursinho, me preparei mais. Estou confiante. As, se não conseguir, tentarei de novo no ano que vem.”

 

Para Wesley Rodrigues, de 21 anos, o vestibular não é mais um mistério. Ele já começou dois cursos – Jornalismo e Direito -, em universidades diferentes. Desistiu da primeira carreira por não gostar do curso e da segunda, por não aprovar a grade curricular.

 

Agora, tentará Direito novamente. Fará as provas da USP, Unesp, do Mackenzie e da Pontifica Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e vai usar a nota do Enem para tentar a UFRJ e a Universidade Federal de Outro Preto (UFOP). “A minha preferida é a Unesp em Franca. Quero sair da casa dos meus pais e amadurecer.”

 

Para o psicólogo Fernando Elias José, especialista em orientar vestibulandos e concurseiros, prestar várias provas para aumentar a chances de passar em uma universidade é valido se o candidato conseguir manter o foco. “O perigo de se escolher provas muito diferentes entre si é perder a concentração”, alerta.

 

José orienta que os estudantes que vão prestar exames devem esquecer os erros cometidos para começar cada prova do zero. “É preciso virar a página dos vestibulares anteriores. O intervalo de uma semana entre uma prova e outra deve ser usado para focar no exame seguinte.”

 

A psicoterapeuta Myriam Durante afirma que, em muitos casos, é a falta de controle emocional, não o desconhecimento do conteúdo, que leva a um mau desemprenho. “Quando não há preparo emocional, o estresse pode brecar o raciocínio e dar branco.”

 

Confira na íntegra.