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17 May 2013

JORNAL START – MÃE, DEFINIÇÃO DE AMOR?

EM 17/05/2013, A MYRIAM DURANTE PARTICIPOU DA COLUNA QUINZENAL DO JORNAL START COM O ARTIGO “MÃE, DEFINIÇÃO DE AMOR?“

 

MÃE, DEFINIÇÃO DE AMOR ?

Hoje as mulheres estão cada vez mais ocupando papeis sociais que exclusivos são de homens. Estamos deixando de lado o estigma existente de sexo frágil.

Então decidem que chegou a hora de ter um filho e dar continuidade a sua existência. Quando o filho chega, ai sim ela se sente plena e realizada, mas aos poucos começa a perceber que essa será sua maior função e a mais importante de todas.
Aqui nesse ponto é que começa o grande choque de realidade, a mulher começa a sentir a responsabilidade ter uma vida em suas mãos, e então com medo do que possa ser julgada e condenada no futuro resolve delegar a função de criar e educar para terceiros como avós, professores, babás entre outros.

Hoje as mulheres deixam de aproveitar a grande dadiva que é poder acompanhar o desenvolvimento de uma vida, sem saber que essa criança será o reflexo de todo amor e carinho ou de todo o abandono afetivo oferecido pela mãe.

A mãe é amiga, educadora, advogada, heroína, é tudo o que o filho precisar que ela seja, pois é ela que ensina os valores, princípios, moral, oferece o ombro amigo no momento certo e que também cobra na hora certa.

A mãe é o combustível que move o filho a conquistar aquilo que ele já mais ousaria pensar que conseguiria, pois a mãe através de palavras amigas e em outros momentos palavras duras porém necessárias é quem incentiva o filho a querer e a buscar sempre mais.

Mãe tem o dom de escutar no silêncios de entender um olhar, de se doar por completo sem esperar nada em troca, de multiplicar o amor e nunca dividir ou subtrair.

Esse mês convido a todas as mulheres a pensarem que tipo de mãe eu sou ou que tipo de mãe eu gostaria de ser.

Não deixe que seus objetivos profissionais ofusquem esse quem sem dúvida é seu maior papel, o de gerar para o mundo a sua extensão, a continuidade da sua existência. Está nas suas mãos gerar um cidadão atuante e ativo na sociedade que pensa e questiona, ou um cidadão que que vive a margem da sociedade apenas vivendo na sobra de outras pessoas.