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26 February 2014

Os grandes centros urbanos estão adoecendo...

As grandes cidades brasileiras estão fazendo o brasileiro adoecer. Essa é a principal conclusão da pesquisa realizada pelo IPOM - Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente – que investigou a origem dos principais distúrbios que vem atacando a saúde mental da população.

De acordo com o estudo, sete em cada dez pessoas que moram em cidades com mais de dois milhões de habitantes, como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, reconhecem que sentem com frequência sintomas que indicam algum tipo de transtorno psíquico. Desse percentual, 95% afirmam se sentir muito estressados, 87% ansiosos em excesso, 72% declaram ter insônia e outros problemas ligados ao sono, 68% depressão, 49% já tiveram ataques de pânico e 37% reconhecem que tem agorafobia.

Segundo a psicoterapeuta Myriam Durante esses dados são alarmantes e evidenciam que a vida agitada nas grandes cidades precisa ser repensada, visando o equilíbrio mental de seus habitantes. “Os moradores dos grandes centros estão à beira de um ataque de nervos. Diariamente eles são acometidos a uma carga negativa muito forte e não estão conseguindo lidar com isso. As consequências para a saúde a médio e longo prazo podem ser devastadoras caso essas doenças não sejam tratadas”, alerta a especialista.

A pesquisa também revelou quais são os principais agentes desses distúrbios mentais nos habitantes das grandes cidades: 65% das pessoas culparam a superlotação e atrasos dos transportes públicos, 57% ao trânsito caótico, 48% ao excesso de tarefas desempenhadas durante o dia, 33% a longas jornadas de trabalho e 24% a pressão de prazos, horários e compromissos.

O mais espantoso, segundo Myriam Durante, é que a grande maioria das pessoas passa a achar essas ocorrências comuns e tende a se acostumar com a situação. “Poucos procuram ajuda de um profissional. A maioria, 72%, percebe os sintomas mas não recorre a nenhum tipo de especialista. Somente quando a parte física já está comprometida e o corpo debilitado é que buscam tratamento. No entanto, o ideal é que a pessoa, ao perceber os primeiros sintomas já recorra a um especialista, que poderá indicar os melhores tratamentos para retomar o equilíbrio”, explica a psicoterapeuta.

Principais sinais de alerta:

- Dificuldade de concentração

- Fadiga contínua, dia após dia

- Irritabilidade

- Problemas para adormecer ou para permanecer dormindo e um sono que
raramente é revigorante e satisfatório

- Inquietação, geralmente ficando assustado com muita facilidade

- Ansiedade em excesso

- Tristeza sem motivo

- Vontade de ficar isolado

- Tensão muscular (tremedeira, dores de cabeça)

- Problemas de estômago, como náusea ou diarréia

Sobre o IPOM

O IPOM – Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente - (www.ipom.org.br) é uma entidade destinada às pesquisas e estudos sobre o desenvolvimento da mente e de distúrbios ligados a essa área. A instituição é presidida por Myriam Durante, psicoterapeuta holística, hipnóloga, parapsicóloga e criadora de uma nova abordagem terapêutica, a Busque Autoconhecimento, que engloba diferentes técnicas (como hipnose, programação neurolinguística, radiestesia, meditações, regressão entre outras), tratando o corpo físico, mental,
emocional e espiritual como um conjunto de partes integradas. O principal objetivo do IPOM é ajudar a sociedade a entender o funcionamento da mente, para que as pessoas possam levar uma vida mais equilibrada, harmônica e feliz.