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Press

23 April 2014

Profissionais paulistas estão insatisfeitos

Em 23/04/2014, a Revista Profissional & Negócios publicou a matéria "Sete em cada dez profissionais estão insatisfeitos com o trabalho", referindo-se ao resultado da pesquisa do IPOM - Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente - e citando a psicoterapeuta holística e hipnóloga Myriam Durante.

Profissionais paulistas estão insatisfeitos com o trabalho

O Ipom – Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente realizou uma pesquisa para saber o nível de insatisfação dos profissionais com o ambiente corporativo, entre fevereiro a março deste ano, com 1.340 pessoas da capital paulista. O resultado chama a atenção pelo número: sete a cada dez disseram que estão insatisfeitas com a carreira e quererem mudar de função ou mesmo de empresa.

Desse total, 68% afirmam serem capazes de exercer cargos mais valorizados ou bem remunerados, mas se sentem vítimas de chefes injustos e de um sistema empresarial que não reconhece a meritocracia. Outro dado que demonstra grande insatisfação com o trabalho é o fato de 65% não fazerem o que gostam, mas tolerarem exercer uma atividade remunerada sem prazer em função de questões financeiras, familiares ou por imposição da sociedade.

“Quem não está satisfeito com o trabalho dificilmente conseguirá ir à luta para conquistar o sucesso. Para ter sucesso é preciso agir. Pessoas bem-sucedidas são caracterizadas pela vontade de realizar projetos em busca da realização pessoal. Só que, para ter ânimo e disposição para isso, planejam-se muito bem e conseguem cumprir suas tarefas porque gostam do que fazem”, salienta Myriam Durante, psicoterapeuta e presidente do Ipom.

Outro fator preocupante, de acordo ela, é 40% das pessoas afirmarem que não costumam se planejar e preferem esperar que as coisas aconteçam naturalmente. “Esses profissionais não estão felizes, mas também não estão dispostos a virar a mesa. Vão se acomodando, engolindo frustrações até a hora em que o corpo gritar, com alguma doença, alertando para o fato de que algo não vai bem e que é preciso corrigir a rota. Trabalhar pode e deve ser motivo de prazer, mas antes a pessoa precisa descobrir o que, de fato, a faz sentir-se bem”, alerta.